Texto provisório, a rever pela PremiWeb antes de publicar.
Uma parte importante da população tem alguma limitação visual, auditiva, motora ou cognitiva, e todos passamos por situações temporárias que dificultam a navegação: um braço partido, um ecrã ao sol, uma ligação lenta. Um site acessível funciona bem para todas estas pessoas.
Explicamos o que torna um site acessível, o que diz a lei e por onde começar.
O que torna um site acessível
Contraste suficiente entre o texto e o fundo, letras de tamanho confortável, títulos organizados, descrições nas imagens, formulários com etiquetas claras e a possibilidade de usar tudo só com o teclado. São cuidados de desenho e de construção que, feitos desde o início, quase não acrescentam custo.
O que diz a lei
A Diretiva Europeia de Acessibilidade, aplicada em Portugal, passou a exigir que muitos produtos e serviços digitais, incluindo lojas online, cumpram requisitos de acessibilidade. A referência técnica são as diretrizes WCAG, nível AA. Mesmo quando a lei não se aplica à sua empresa, cumprir estas regras é uma boa prática.
Mais clientes e melhor posicionamento
Muitas das práticas que ajudam quem usa tecnologias de apoio também ajudam o Google a perceber o seu site: títulos bem estruturados, textos alternativos, páginas rápidas. Um site acessível chega a mais pessoas e tende a posicionar-se melhor.
Como fazemos
Desenhamos com contraste verificado, testamos a navegação pelo teclado e validamos cada página com ferramentas automáticas de acessibilidade. Se quiser saber como está o seu site atual, fale connosco.
Quer saber se o seu site é acessível? Agende uma consultoria gratuita e analisamos consigo.